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No Brasil, ao contrário do que ocorre nos países desenvolvidos, as transportadoras cobram uma taxa adicional chamada GRIS. Significa "gerenciamento de risco", mas na verdade essa taxa representa qual percentual das cargas a transportadora já sabe que será roubada por assaltantes. Na média, ela gira entre 0,40% e 1% do valor de tudo que se transporta no Brasil. Quanto mais inseguro for o destino da carga, mais se cobra.
Ou seja, se uma empresa vende matéria prima para outra, que vende peças para outra, que monta o produto, que vende ao distribuidor, que vende ao varejista, a cada etapa o produto vai encarecendo. No final, até 5% do preço dos produtos brasileiros pode ter aumentado devido às previsões de furtos e assaltos.
Isso não é um imposto, mas faz parte do custo Brasil. As transportadoras não são burras e sabem que não conseguem arcar com a enorme quantidade de roubos de carga que tem no país. Quem paga a conta no final, como sempre, é você: cidadão
