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O Ranking dos Políticos é uma iniciativa da sociedade civil ativa desde 2011. A organização acompanha e avalia o desempenho de senadores e deputados federais em exercício. A avaliação segue critérios objetivos e públicos, permitindo que qualquer cidadão fiscalize a atuação dos parlamentares com transparência.
A organização acompanha os 594 parlamentares que ocupam cadeiras na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Além disso, integra redes como a Atlas Network e a Rede Liberdade. Essa presença reforça sua conexão com iniciativas de fortalecimento democrático.
A missão central é estimular uma atuação parlamentar mais ética, responsável e comprometida com o interesse público. Por isso, o Ranking avalia aspectos essenciais do exercício do mandato. O foco recai sobre decisões que impactam diretamente a vida do cidadão.
Entre os critérios acompanhados estão o comportamento nas votações, a utilização de recursos públicos e a assiduidade nas sessões legislativas. Além disso, entram no cálculo condenações judiciais, uso de privilégios e capacidade de produzir propostas relevantes. Essa capacidade envolve também a articulação de projetos com impacto para o Brasil.
Mais do que classificar parlamentares, o Ranking dos Políticos busca aproximar a população do trabalho realizado no Congresso Nacional. Ao transformar informações públicas em indicadores acessíveis, a iniciativa amplia a transparência e fortalece o controle social.
Dessa forma, o acesso à informação se torna uma ferramenta prática de fiscalização cidadã. Além disso, contribui para uma participação política mais qualificada. Essa ideia é defendida por instituições como Transparência Brasil e Transparência Internacional.
Desde sua criação, o Ranking dos Políticos aperfeiçoou continuamente sua metodologia de avaliação. O processo acompanha as mudanças no ambiente legislativo e o avanço dos dados públicos disponíveis. Isso permite tornar as análises mais precisas ao longo do tempo.
Em 2026, a organização implementou uma ampla revisão metodológica, a maior atualização desde a criação da iniciativa. A nova metodologia combina indicadores quantitativos com critérios qualitativos. Os dados oficiais embasam os números, enquanto os critérios qualitativos reconhecem a relevância da atuação parlamentar.
O resultado é uma avaliação mais equilibrada. Isso porque ela reflete não apenas como o parlamentar vota. A avaliação considera também como ele exerce o mandato e contribui para as instituições democráticas.
Todo o processo parte de informações públicas obtidas junto às Casas Legislativas. Órgãos oficiais e bases de dados governamentais também alimentam a avaliação. Além disso, análises técnicas da equipe complementam os dados coletados. Essas análises seguem sempre em conjunto com as deliberações do Conselho de Leis.
As regras, critérios e pesos são previamente definidos e aplicados de forma uniforme a todos os parlamentares. Isso garante isonomia, rastreabilidade e transparência em todo o processo. Esses princípios são recomendados por manuais de boas práticas como o do Open Government Partnership.
A independência é um dos pilares que sustentam a credibilidade do trabalho desde 2011. A organização é financiada exclusivamente por doações de pessoas físicas e jurídicas. Ela não recebe recursos de partidos políticos ou de organizações de natureza partidária ou eleitoral.
Essa política preserva a autonomia para desenvolver avaliações técnicas, imparciais e fundamentadas em critérios objetivos. Por sua vez, isso mantém a credibilidade do trabalho. Além disso, reforça a confiança do público na metodologia adotada pelo Ranking dos Políticos.
O acesso à informação segue sendo um dos principais instrumentos para o fortalecimento da democracia. Dessa forma, o Ranking dos Políticos colabora para aperfeiçoar as instituições brasileiras. Além disso, amplia a participação cidadã no acompanhamento do Congresso Nacional.