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Quase ninguém está falando disso, mas foi mais uma boiada que o Congresso passou.
Nossos Deputados e Senadores derrubaram o veto presidencial para novas leis de “incentivo à cultura”: a lei Paulo Gustavo e Aldir Blanc. Portanto em breve elas entrarão em vigor.
Somadas, elas destinam R$ 7 bilhões à cultura, e utilizam uma série de regras, como cotas para grupos LGBT.
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Dois problemas aqui:
1) O Estado pegando 7 bi do orçamento para cultura, enquanto há 33 milhões de brasileiros passando fome.
2) A cultura do nosso país se submetendo às preferências do grupo que estiver no governo vigente. Esses terão a caneta na mão pra determinar, no meio de milhares de ofertas, que filme, teatro, show ou exposição serão selecionados. Afinal, esses iluminados da cultura sabem que conteúdos são bons pro povo e são portanto merecedores de receber o nosso dinheiro.
Podemos deduzir que os critérios utilizados por esses intelectuais da máquina estatal para definir os merecedores de investimentos serão esses (não necessariamente nesta ordem:
a) Puxa-saquismo: o diretor de filme, por exemplo, que melhor bajular a turma que decide.
b) Ideologia: A visão do que é cultura que presta, na cabeça dos agentes públicos.
c) Corrupção: que produtores entedem melhor o jogo e propõem dividir a grana com os envolvidos do governo.
Haveria uma outra forma de incentivar a cultura. Quase metade do valor cobrado em ingressos de eventos culturais é composto por impostos. Por que simplesmente não reduzir os impostos de forma a incentivar igualmente todo setor?
Ah, mas aí o Estado perde aquele seu INSTRUMENTO DE PODER, não é? E no fundo, é sobre isso que estamos falando.