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Ranking dos Políticos
24 de outubro, 2022

Gastos com servidores públicos no Brasil superam os de países desenvolvidos

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     Os gastos com servidores públicos ativos e inativos colocam o Brasil na 7ª posição do ranking de países que mais gastam com o funcionalismo público. Em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB) as despesas com servidores da União, dos estados e dos municípios totalizaram 13,4%. A média em relação aos países integrantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) foi de 9,9% do PIB.

    O estudo denominado “O peso do funcionalismo público no Brasil em comparação com outros países” foi elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e analisou gastos de 70 países com o funcionalismo público. No Brasil, os gastos com servidores da União, dos estados e dos municípios totalizaram 13,4% do Produto Interno Bruto (PIB).  No ranking, o Brasil está à frente de países desenvolvidos e reconhecidos pela participação ativa do Estado: Suécia (12,7%), França (12,1%), Itália (9,5%) e Alemanha (7,5%). Em média, o gasto com trabalhadores públicos representou 9,9% do PIB entre os integrantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), ou seja, 3,5 pontos abaixo do índice brasileiro. Na América Latina, os percentuais também são inferiores: Colômbia (6,4%), Peru (6,6%) e Chile (6,9%).

    O levantamento aponta como a principal explicação a vantagem salarial dos funcionários públicos em relação aos trabalhadores da iniciativa privada, principalmente da esfera federal e do Judiciário. A remuneração de trabalhadores do setor público federal é 67% maior, o índice mais alto analisado no estudo do Banco Mundial que inclui 53 países. Mesmo representando apenas 10,4% do número total de servidores o governo federal gasta em média 25% do total de despesas com funcionalismo entre as três esferas (Legislativo, Executivo e Judiciário).

    O estudo foi encaminhado ao governo, ao Senado e a líderes partidários como forma de apoio à reforma administrativa. O objetivo da proposta é entre outras coisas a redução de gastos públicos e a melhora na eficiência dos serviços prestados pelo Estado.

 

Com informações da CNI e FIESC

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