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Segundo a Força, as tropas empregadas no Planalto no dia 8 de janeiro “não haviam sido acionadas previamente” pelo Gabinete de Segurança Institucional
O Comando do Exército enviou um ofício à CPMI do 8 de Janeiro no qual afirma que as tropas empregadas no Palácio do Planalto naquele dia “não haviam sido acionadas previamente” pelo GSI da Presidência da República, o que era previsto no Plano de Operações “Escudo” do Planalto.
Segundo a Força, isso “impossibilitou o desdobramento prévio das frações e a adoção de um dispositivo preventivo de segurança”.
No dia dos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, o Gabinete de Segurança Institucional era comandado pelo general Marco Edson Gonçalves Dias, que pediu demissão em abril após a divulgação de vídeos nos quais ele aparecia caminhando entre invasores do Planalto.
A resposta foi enviada na segunda-feira a um requerimento do senador Sergio Moro (União Brasil-PR), que é suplente da comissão mista. O ofício é assinado pelo general Francisco Humberto Montenegro Junior, chefe do gabinete do comandante do Exército, o general Tomás Paiva.
Moro enviou uma lista de seis questionamentos: