
Deputado Federal
-
SE
PSD
Em Exercício
NOME CIVIL
KATARINA FEITOZA LIMA SANTANA
telefone
(61) 3215-5756
dep.delegadakatarina@camara.leg.br
REDES SOCIAIS
5,29
pontos
262º
da Câmara de 462
5º
SE de 7
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Trajetória
Katarina Feitoza Lima Santana, conhecida politicamente como Delegada Katarina, é advogada, delegada de polícia e deputada federal por Sergipe eleita pelo PSD para a legislatura 2023–2027. Nascida em 5 de outubro de 1973 em Aracaju, formou-se em Direito pela Universidade Tiradentes e, ao longo de mais de 20 anos na Polícia Civil de Sergipe, ocupou cargos de destaque como delegada-geral, coordenadora-geral de inteligência e corregedora, contribuindo para a modernização e fortalecimento da segurança pública no estado antes de ingressar na vida parlamentar. Ela também foi vice-prefeita de Aracaju entre 2020 e 2022, apoiando políticas municipais de segurança e assistência social.
Na esfera institucional, Delegada Katarina exerce seu primeiro mandato federal e vem se destacando por sua articulação e posicionamento em temas como segurança pública, direitos das mulheres e desenvolvimento regional. Em 1º de fevereiro de 2025, foi eleita 3ª secretária da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, com uma das maiores votações do dia, tornando-se a primeira parlamentar sergipana a ocupar o cargo e defendendo maior protagonismo feminino no Parlamento. Ela já foi vice-líder do bloco parlamentar composto por MDB, PSD, Republicanos, Podemos e PSC, e atuou como 1ª vice-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, além de integrar comissões como a de Constituição e Justiça, Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e Defesa dos Direitos da Mulher, espaços estratégicos para pautas sociais e de justiça.
Na atuação legislativa, Delegada Katarina é autora e relatora de diversas proposições que refletem suas principais bandeiras. Entre os projetos de lei de sua autoria estão o PL 4676/2024, que torna obrigatória a nomeação de advogados dativos em casos de violência doméstica quando necessário para complementar serviços da Defensoria Pública, e propostas como o PL 1191/2025, que cria uma política de recuperação e reeducação para autores de violência doméstica, além de matérias como o PL 5717/2025, que considera hediondo o porte ilegal de arma por integrantes de organizações criminosas, e o PL 5718/2025, que institui o Sistema Nacional de Elucidação e Transparência de Homicídios. Como relatora, foi responsável por relatórios que resultaram na Lei 14.994/24, que eleva a pena do feminicídio para até 40 anos de reclusão, e pela atualização de metas para redução da violência contra a mulher (Lei 14.899/24). Ela também relatou leis como a do cadastro nacional de pessoas desaparecidas e o reconhecimento de manifestações culturais, além de destinar recursos e emendas para segurança pública, pesca e modernização rural em Sergipe.
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